Realizou-se no passado dia 24 de julho o Grand Trail Aneto, ponto mais alto dos Pirinéus.
O tomarense Luís Mota foi um dos presentes, juntamente com José Mota, do Entroncamento.
Numa prova de elevadíssima dificuldade o atleta tomarense levou 21:42:29 horas, para completar os 109 km com 7000D+, sendo o 16º atleta na geral, 2º na sua categoria.
Uma prova única, um percurso fantástico no Pirenéu aragonês.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Luis Mota e Sofia Roquete vencem o Ultra Trail Sintra Monte da Lua
A Praia das Maçãs,
estância balnear na zona de Sintra – declarada Património Mundial pela Unesco –
numa organização da Horizontes, recebeu no dia 18 de Julho 2015, cerca de 800
atletas para disputar a IV edição de Ultra Trail Sintra Monte da Lua.
![]() |
| Luís Mota o vencedor da prova de 50+ |
Duas provas, duas
distâncias: 52 km Ultra Trail Monte da Lua com desnível positivo de 2100mts e
27 km Trail Monte da Lua com desnível positivo de 1000mts. A Prova de 52 km
creditou um ponto para a participação em qualquer uma das provas do Ultra Trail
de Mont-Blanc 2016.
Cumpridas as
formalidades com normalidade, na recolha dos kits com os dorsais e briefing
esclarecedor das condições e tipo de terreno que os atletas iriam encontrar,
pela hora prevista foi dada a partida de cada uma das provas distanciadas entre
si em 15 minutos.
Ambas as provas
acontecem pela serra de Sintra, serra de origem vulcânica, rasgada por vales
abruptos e profundos, em particular no seu lado norte, onde a pouca luz, maior
humidade e água abundante trazem a esta serra a sua luxuriante vegetação e habitantes
naturais. Os antigos chamaram-lhe Monte da Lua. Encontra-se dividida em dois
grandes setores geográficos separados pelo Vale do Rio da Mula, o oriental e o
ocidental, mais antigo e desgastado, onde após a passagem pelo monte da Nossa
Senhora da Peninha a montanha mergulha em grande inclinação até ao Cabo da
Roca.
Prova iniciada no
areal da Praia das Maças, que começa por atravessar a foz da Ribeira de
Colares, com o percurso traçado em direcção às povoações de Mucifal e Colares
por entre trilhos e estradões, ladeados de beleza verdejante.
Pelo Km 8, no primeiro abastecimento comum a ambas as provas, faz-se a divisão dos percursos, seguindo a Ultra, em direção a Gigarós, passando por locais como a quinta pedagógica de Galamares e aos jardins de Monserrate, com a sua beleza luxuriante seguindo para a Quinta do Relógio já pelo Km 20. O percurso desenrola-se pela Quinta da Regaleira, com a descida ao Poço Iniciático e entrada no Parque de Merendas. A partir daí é a subida ao famoso Castelo dos Mouros, por entre a densa floresta e percorrendo as suas muralhas em direcção a Santa Eufémia.
Já na Quinta das Flores, faz- se a descida à bela Lagoa Azul e já mais de meio percurso da prova Ultra tinha decorrido.
É a partir do Km 28 que se se apresentam as maiores dificuldades da prova longa, porquanto o percurso a partir dai segue por abruptas descidas e subidas por pistas de downhill, construídas por ciclistas que aí desenvolvem as suas provas e treinos, e a quem a organização agradece a colaboração na permissão de uso para o evento de Trail, constituindo uma mais valia às características desta prova. Assim, decorre a prova e após as íngremes e não menos conhecidas subidas (ou descidas, consoante o sentido) da “Mula” e do “Dragão”, os atletas de ambas as provas alcançam o Santuário da Peninha, local de mais um abastecimento e local de vista privilegiada sobre todo o horizonte. Para a prova de Trail de 27 km, esta ia na Peninha no Km 16.
A partir daqui, percurso comum a ambas as provas, com a passagem pelo “Trilho das Viúvas”, mais um local de pistas de downhill, em direção ao Lago e à Azoia.
Depois da dificuldade das subidas Mula e Dragão já referidas, novo desafio de dificuldade se aproximava, com o percurso a seguir por entre as arribas e falésias, num autêntico carrossel de sobe e desce entre penhascos, pedras rolantes, vegetação rasteira, paisagens tão deslumbrantes como arrojadas, onde os mais audaciosos correm e os mais cautelosos caminham, em direcção ao Cabo da Roca, o extremo mais ocidental da Europa.
Avistar bem do alto, a Praia da Ursa, percorrer a imensa duna da Praia da Adraga, leva os atletas à Praia Grande, que percorrem todo o areal e aqui já em parte final de prova, consoante a energia restante, ora correm ora caminham pela praia por cerca de 400mts para percorrer mais cerca de 2km entre estrada e trilhos, atingindo por fim a meta situada no ponto de partida da prova, onde metros antes, na ribeira, familiares, amigos e apoiantes avistam e aplaudem os atletas que descendo a encosta atravessam novamente a Ribeira de Colares – Ribeira que atravessa as hortas e pomares e consigo arrastava, em tempos idos, frutos até à foz, e daí a origem do nome “ Praia das Maçãs” – pelo leito ou saltitando por entre as pedras, correndo pelo areal em direção à meta.
Local de confraternização e abastecimento final, a meta local por todos desejado ao fim de várias horas de aventuras. Os percursos curto e longo, contaram com 4 e 6 abastecimentos, respectivamente, de quantidade e qualidade regulares.
Pelo Km 8, no primeiro abastecimento comum a ambas as provas, faz-se a divisão dos percursos, seguindo a Ultra, em direção a Gigarós, passando por locais como a quinta pedagógica de Galamares e aos jardins de Monserrate, com a sua beleza luxuriante seguindo para a Quinta do Relógio já pelo Km 20. O percurso desenrola-se pela Quinta da Regaleira, com a descida ao Poço Iniciático e entrada no Parque de Merendas. A partir daí é a subida ao famoso Castelo dos Mouros, por entre a densa floresta e percorrendo as suas muralhas em direcção a Santa Eufémia.
Já na Quinta das Flores, faz- se a descida à bela Lagoa Azul e já mais de meio percurso da prova Ultra tinha decorrido.
É a partir do Km 28 que se se apresentam as maiores dificuldades da prova longa, porquanto o percurso a partir dai segue por abruptas descidas e subidas por pistas de downhill, construídas por ciclistas que aí desenvolvem as suas provas e treinos, e a quem a organização agradece a colaboração na permissão de uso para o evento de Trail, constituindo uma mais valia às características desta prova. Assim, decorre a prova e após as íngremes e não menos conhecidas subidas (ou descidas, consoante o sentido) da “Mula” e do “Dragão”, os atletas de ambas as provas alcançam o Santuário da Peninha, local de mais um abastecimento e local de vista privilegiada sobre todo o horizonte. Para a prova de Trail de 27 km, esta ia na Peninha no Km 16.
A partir daqui, percurso comum a ambas as provas, com a passagem pelo “Trilho das Viúvas”, mais um local de pistas de downhill, em direção ao Lago e à Azoia.
Depois da dificuldade das subidas Mula e Dragão já referidas, novo desafio de dificuldade se aproximava, com o percurso a seguir por entre as arribas e falésias, num autêntico carrossel de sobe e desce entre penhascos, pedras rolantes, vegetação rasteira, paisagens tão deslumbrantes como arrojadas, onde os mais audaciosos correm e os mais cautelosos caminham, em direcção ao Cabo da Roca, o extremo mais ocidental da Europa.
Avistar bem do alto, a Praia da Ursa, percorrer a imensa duna da Praia da Adraga, leva os atletas à Praia Grande, que percorrem todo o areal e aqui já em parte final de prova, consoante a energia restante, ora correm ora caminham pela praia por cerca de 400mts para percorrer mais cerca de 2km entre estrada e trilhos, atingindo por fim a meta situada no ponto de partida da prova, onde metros antes, na ribeira, familiares, amigos e apoiantes avistam e aplaudem os atletas que descendo a encosta atravessam novamente a Ribeira de Colares – Ribeira que atravessa as hortas e pomares e consigo arrastava, em tempos idos, frutos até à foz, e daí a origem do nome “ Praia das Maçãs” – pelo leito ou saltitando por entre as pedras, correndo pelo areal em direção à meta.
Local de confraternização e abastecimento final, a meta local por todos desejado ao fim de várias horas de aventuras. Os percursos curto e longo, contaram com 4 e 6 abastecimentos, respectivamente, de quantidade e qualidade regulares.
Verificou-se ser este
um evento amigo do ambiente, porquanto não foram fornecidas garrafas de água
individuais ou copos descartáveis, tendo cada atleta levado e utilizado o seu
próprio material, como previsto.
As marcações de percurso encontravam-se bem colocadas e pontualmente surgiram algumas dúvidas, ao que consta, devido a fitas retiradas depois da última verificação de percurso.
As marcações de percurso encontravam-se bem colocadas e pontualmente surgiram algumas dúvidas, ao que consta, devido a fitas retiradas depois da última verificação de percurso.
De salientar que ao
longo do percurso, circulavam paramédicos e três corporações de bombeiros – São
Pedro de Sintra, Almoçageme e Colares – encontravam-se de prevenção, no apoio à
prova.
A entrega de prémios
decorreu no local da meta, premiando somente os três primeiros lugares da
geral, divididos em género masculino e feminino, e premiando equipas. Nota para
edições futuras, premiar por escalões, sinónimo de incentivo e congratulação ao
esforço e dedicação na participação de maior número de atletas.
Os Kits de
participante encontravam-se divididos em três tipos, o que permitia escolher,
aquando da inscrição, o Kit Special, Light ou Básico, com diferentes preços
segundo o tipo de t’shirt pretendida, sendo que tudo o resto e mais importante
– percursos, segurança, abastecimentos, se verificava igual em qualquer um dos
kit’s.
No Final as
classificações foram as seguintes:
Ultra Trail 50+
Masculino
1º Luis Mota – Casa do Benfica de Abrantes – 05:53:04
2º Ricardo Casanova – Individual – 06:06:11
3º Bruno Teles Grilo – Jeunesse Global – 06:37:29
Masculino
1º Luis Mota – Casa do Benfica de Abrantes – 05:53:04
2º Ricardo Casanova – Individual – 06:06:11
3º Bruno Teles Grilo – Jeunesse Global – 06:37:29
Feminino
1º Sofia Roquete – Offtel Runners – 06:57:37
2º Anabela Pombeiro – Agregar – 07:48:49
3º Sandra Travessas – Turbulentos – 08:37:33
1º Sofia Roquete – Offtel Runners – 06:57:37
2º Anabela Pombeiro – Agregar – 07:48:49
3º Sandra Travessas – Turbulentos – 08:37:33
Trail 20+
Masculino
1º Tiago Miguel Lousa – FITNIS Nutrição – 02:32:00
2º João Pedro Pereira – joaopereiramtb.weebly.com – 02:34:39
3º Helder Ferreira – União FCI de Tomar – 02:36:06
Masculino
1º Tiago Miguel Lousa – FITNIS Nutrição – 02:32:00
2º João Pedro Pereira – joaopereiramtb.weebly.com – 02:34:39
3º Helder Ferreira – União FCI de Tomar – 02:36:06
Feminino
1º Patricia Rivotti – S.U.Colarense – 03:43:17
2º Sofia Agostinho – Offtel Runners – 03:49:54
3º Margarida Fernandes – Samba – 03:54:30
1º Patricia Rivotti – S.U.Colarense – 03:43:17
2º Sofia Agostinho – Offtel Runners – 03:49:54
3º Margarida Fernandes – Samba – 03:54:30
3º Sunset Trail em São Pedro de Moel
No passado sábado, 11 de Julho de 2015,
foi dia da 3ª, e última edição, do Sunset Trail, prova que contou com a
organização dos OFFTEL RUNNERS, da Protur e do Agrupamento 36 dos Escuteiros da
Marinha Grande, com o apoio da Decathlon de Leiria e cronometragem da
OFFCRONO.PT.
Tratou-se de um evento de corrida e
caminhada em ambiente natural, nas matas nacionais do Pinhal de Leiria e nas
praias de S. Pedro de Moel.
Este evento foi constituído por duas
distâncias de corrida, 10Km e 20Km, e por uma caminhada de 10Km, com um percurso
circular partindo e regressando no centro de S. Pedro de Moel, passando
inicialmente pela praia “apinhada” de banhistas que muito incentivaram os
atletas, pelo pinhal de Leiria e pelas ruas da bonita estância balnear. Em
termos de dificuldade, classificou-se com um grau de fácil para a caminhada,
médio para a corrida de 10km e difícil para a corrida de 20km. A muita areia,
característica da zona, foi talvez o maior obstáculo que os atletas
encontraram, num percurso superiormente bem marcado, com enorme presença de
voluntários a apoiar os atletas, e com abastecimentos em quantidade e qualidade
ao nível do que as provas organizadas pelos Offtel Runners já nos habituaram.
Cerca
de 140 atletas na meta da prova principal, com João Pascoal (SR
Jardoeira/runcrosstrail.com) a ser o 1º, com 1h42m42s, seguido de Luís da Mota
(Casa do Benfica de Abrantes) com mais 2m20s que o vencedor e Pedro Capela
(Grupo Alegre Unido Bajouca) a ser 3º, gastando mais 5m58s que o 1º
classificado.
![]() |
| Luís Mota 2º classificado no 3º Sunset Trail |
Em senhoras, Carla Leite (Clube Sem) foi a mais rápida
com 2h24m03s, Vera Vaz (Alvitejo) foi 2ª com 2h29m27s e, em 3º lugar, a
individual Ana Paula Santos com o tempo de 2h30m38s.
Na prova mais curta, vitórias para Denise Pereira (SR
Jardoeira/runcrosstrail.com) na geral feminina e, na geral masculina, Nuno
Gonçalves da mesma equipa.
domingo, 14 de junho de 2015
Luís Mota venceu ultra trail de 160 quilómetros por trilhos da Serra da Estrela
Luís Mota, da Casa Benfica de Abrantes, venceu as 100 Milhas Portugal (160 quilómetros), repetindo a vitória que tinha conseguido na 1ª Edição do Oh Meu Deus – Ultra Trail Serra da Estrela. A edição Gold, que este ano completou o seu quinto aniversário, decorreu durante este fim-de-semana em Seia (5, 6 e 7 de Junho) e contou com a participação de cerca de três centenas de atletas, na sua maioria portugueses, mas também com atletas provenientes de outros países, nomeadamente da Espanha e França, mas também da Alemanha, Eslováquia, Suíça, Roménia, Holanda, Finlândia, Japão e Brasil.
![]() |
| Luís Mota vence OMD 2015 - 160 Km |
Luís Mota que, apesar do calor que se fez sentir durante todo o fim-de-semana, cumpriu os 160 km (a única prova nesta distância em Portugal) em 25 horas e dois minutos. A segunda posição foi para Vítor Rodrigues, da Nonymous Prosport Challenger, com mais 33 minutos, seguido de Artur Costa, da equipa Desnível Positivo, com 26h39m.
Na classificação feminina, o primeiro lugar foi para Sofia Roquete (Aminhacorrida.com), com uma prova de 28h46m, e o segundo lugar para Isabel Carvalho, da Paredes Aventura, com 33h06h. Na terceira posição ficou Isabel Moleiro, da SSCGD, com 35h44m, atleta que nunca falhou uma edição.
O Oh Meu Deus – Ultra Trail Serra da Estrela é organizado pela empresa Horizontes, tendo como promotores o Município de Seia e a União das Freguesias de Seia, São Romão e Lapa dos Dinheiros. Nesta 5ª edição, a segunda em Seia, ficou assegurado pela organização a continuidade do evento por mais cinco anos neste território.
Tomarenses nos campeonato do Mundo de trail running
Os tomarenses Helder Ferreira e Luís Mota foram os melhores atletas portugueses no campeonato do Mundo de trail running e classificaram-se entre os 80 primeiros a cortar a meta. Com a participação de 300 atletas de 39 países, a prova foi disputada neste sábado, dia 30, em Annecy, França.
| Luís Mota e Hélder Ferreira, nos Campeonatos do Mundo |
O atleta do União de Tomar Hélder Ferreira foi o melhor português, 64.º lugar, com o tempo de 10h24m51, a 2h08m13 do campeão mundial, o francês Sylvain Court. O outro atleta tomarense, Luís Mota, terminou em 80.º (10h49m44).
Portugal esteve representado por oito atletas – quatro homens e quatro mulheres.
Nuno Silva classificou-se na 97.ª posição (11h25m54). Carlos Sá não correu devido a uma lesão de origem vascular, segundo a Associação de Trail Running de Portugal.
No setor feminino Lucinda Sousa foi a melhor atleta nacional terminando a prova na 30.ª posição, com o tempo de 11h41m02, mais 2h10m03 que a vencedora, a francesa Nathalie Mauclair.
Susana Simões foi a 43.ª (12h17m32), Júlia Conceição terminou em 66.ª (13h42m23) e Ester Alves abandonou a prova.
A prova constava de um percurso de 85 quilómetros com 5.300 metros de ascensão total.
IV Ultra Trail Serra de São Mamede
No passado dia 16 de Maio realizou-se a quarta edição do UTSM –
que decorreu no coração do Parque Natural da Serra de São Mamede, Portalegre.
A partida para os 100Km foi dada às 0 h de sábado (meia-noite de
sexta-feira), no estádio que serviu de apoio à prova, num fantástico ambiente.
A prova foi ganha, em masculinos pelo atleta Ricardo Jorge Silva
do EDV Viana Trail, com o tempo de 9h88m16s. Em femininos a vitória foi
alcançada pela atleta Ana Rocha da mesma equipa com o tempo de 12h14m31s.
Luís
Mota vence os 45 Km
![]() |
| Luís Mota vence a Maratona de montanha |
Estando
a duas semanas do Mundial de Ultratrail, Luís Mota, vencedor das primeiras duas
edições dos 100 km, marcou presença na prova de 45 km, sagrando-se o vencedor
desta distância com o tempo de 03:41:49 horas.
III Trail Nabantino
No passado dia 1 de Maio, realizou-se em Tomar
mais uma edição do Trail Nabantino.
Com
um percurso bem diferente das anteriores edições, embora alguns dos trilhos e
caminhos utlizados fossem os mesmos, muito mais técnico e do agrado dos
atletas, passando por locais de rara beleza da nossa cidade onde se destaca a o
Jardim do Mouchão, Mata Nacional dos Sete Montes, o Castelo e Convento de Cristo,
Igreja Nossa Senhora da Conceição, praias fluviais da Pedreira e Sobreirinho,
Porto de Cavaleiros, Capela das Lapas, Caminhos de Santiago, Ponte de Peniche,
toda a zona do Açude Pedra e finalmente no nosso magnífico Parque de Campismo.
Na parte competitiva, e na prova de mais ou menos 28 kms (TRAIL).
Registo para
a presença dos dois atletas tomarenses que vão estar presentes no próximo
Campeonato Mundo de Ultra Trail que se irá disputar este mês, Hélder Ferreira do União de Tomar e Luís Mota da Casa do Benfica de
Abrantes.
| Luís Mota, marcou presença, antes do Mundial de Trail |
O vencedor viria a ser Hélder Ferreira (União de Tomar) mas teve
forte oposição do vencedor da primeira edição, Fernando Gomes do Clube de
Atletismo de Ferreira do Zêzere, no entanto com a sua preparação ainda um pouco
atrasada cedeu na parte final sendo mesmo ultrapassado pelo seu colega de
equipa Luís Graça, caindo assim para a 3ª posição. Em 4º lugar terminou Luís
Mota que fez uma prova muito cautelosa, tal como Hélder Ferreira, para não
colocar em risco a presença no Campeonato do Mundo, pois ambos os atletas já
ultrapassaram os 40 anos podendo ser esta uma oportunidade única para
representar Portugal. Esperamos no entanto que esta presença os torne ainda
mais fortes e que sejam novamente selecionados em 2016. Em femininos Paula
Branco (União de Tomar) a atravessar um bom momento venceu muito bem esta prova
seguindo-se Sofia Nunes (Sunset Runners) e na terceira posição terminou outra
unionista Carolina Feliz. Por equipas venceu o Clube de Atletismo de Ferreira
do Zêzere, seguido do União de Tomar e em 3º lugar ficou a ACR de Santa Cita
(Trilhos dos Templários) o que demonstra que o Ribatejo Norte está a confirmar
que é uma potência neste tipo de provas.
NO MINI TRAIL VENCEU CHRISTIAN FARINHA (UNIÃO DE TOMAR) e NADINE
BERNARDINO (OS GALGOS) – Paralelamente disputou-se uma prova mais curta de mais
ou menos 10 km (MINI TRAIL) o grande vencedor foi também do União de Tomar,
Christian Farinha que venceu folgadamente esta competição, dando mais de 4
minutos de avanço a João Sousa do NS de Torres Novas. O terceiro foi o
individual Hélder Pereira. Em femininos venceu Nadine Bernardino (Os Galgos)
seguida da individual Raquel Figueiredo e em terceiro terminou Fábia Batista
(Os Galgos).
MAIS DE 400 PESSOAS DO TRÊS EVENTOS – No total foram mais de 400
pessoas que estiveram presentes na III Edição do TRAIL NABANTINO, contando com
os atletas do Trail e Mini Trail e com os participantes da caminhada que
fizeram o mesmo percurso do Mini Trail, dando a Tomar um colorido muito bonito
e confirmando que Tomar tem condições para se aventurar numa organização ainda
maior, aproveitando as boas condições turísticas do concelho aliadas sim ao
desporto.
Subscrever:
Mensagens (Atom)







